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O último poema

 

                                                                   

Manoel Bandeira

Assim eu quereria meu último poema
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.

No dia 13 de outubro, há 40 anos, morria Bandeira.

Os Plátanos homenageiam a este poeta que marcou, de forma tão especial, a nossa literatura.

 

 



Escrito por Tania às 17h04
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